Seminário Novas perspectivas para o turismo: a acessibilidade universal como referencial de qualidade

2010-11-30

10 de Dezembro de 2010, Auditório da Câmara Municipal, em Portalegre

Este Seminário é organizado em parceria pelo Turismo de Portugal, Instituto Nacional para a Reabilitação e Turismo do Alentejo. A Terras Dentro e a Esdime apresentam o seu projecto de cooperação Rotas Sem Barreiras, apresentação integrada na Sessão Plenária - A Acessibilidade Universal como referencial de Qualidade.

Os turistas são todos diferentes uns dos outros. São diferentes os que não têm problemas de saúde, de deficiência ou incapacidade, mas os que têm de se confrontar com essas dificuldades são ainda mais diferentes. Trata-se de uma realidade que, por razões humanas, sociais e económicas não pode ser ignorada.

O princípio de que todos devem ter acesso ao usufruto dos espaços, equipamentos e serviços de lazer e turismo é uma regra básica de direito e de cidadania. Para que tal aconteça, é necessário que quem cuida da oferta assegure os meios necessários, numa plataforma que envolve diversos meios de acessibilidade e circulação nos espaços públicos e privados, bem como a fruição dos estabelecimentos e locais de visitação, nos quais é fundamental uma correcta definição do «ponto certo» do serviço. Mas também é necessário que as pessoas para quem estas preocupações se dirigem estejam atentas e motivadas.

Para os empresários do grupo de negócios do turismo, hotelaria e restauração é relevante reconhecer três coisas: em primeiro lugar, que as pessoas com deficiência ou incapacidade representam uma importante e crescente parte da sua procura potencial; por outro lado, que a ilegal e pouco inteligente exclusão desses clientes é um prejuízo económico directo e uma pesada imagem negativa para as suas empresas; por último, que a adaptação física e funcional das suas unidades a esta clientela específica não é uma dificuldade e um custo injustificado, mas antes um esforço de racionalidade e um investimento compensador.

As pessoas com deficiência ou incapacidade têm que ser presença assídua no mundo do turismo. Como clientes, naturalmente, mas também como empresários ou trabalhadores, em todas as áreas técnicas para as quais obtenham a necessária habilitação. É essa a nossa convicção, é esse o objectivo para o qual este Seminário pretende contribuir.

Inscrições

Inscrição até 8 de Dezembro de 2010, mediante envio de ficha de inscrição.

Contacto para mais informações: info@accessibleportugal.com


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]