Prémios de Comunicação PAC 2014

2014-01-13

São já conhecidos os finalistas da edição 2014 dos prémios de comunicação da PAC (Política Agrícola Comum). O público poderá votar no seu favorito até 28 de janeiro.

O projeto que obtiver o maior número de votos do público ganhará o Prémio Especial do Público.

Os vencedores, nas três categorias – comunicação com os stakeholders, comunicação com o público e comunicação inovadora – serão conhecidos dia 29 de janeiro, numa cerimónia a realizar em Bruxelas.

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Na edição de 2014, entre os três finalistas em cada categoria, selecionados por um júri independente, composto por profissionais de comunicação e peritos da PAC, entre as 146 candidaturas recebidas, não constam projetos de Portugal.

Em 2013 dois projetos portugueses foram finalistas e na edição de 2012, o programa de rádio Terra Viva, da Federação Minha Terra, foi eleito o segundo melhor projeto de comunicação com o público.

Para conhecer a lista de finalistas e votar aceder ao site da DG AGRI, aqui.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]