Webinário discute os efeitos sociais da mobilidade partilhada em meio rural

2020-07-06

O terceiro webinário da série “Tempo de agir para a mobilidade rural”, realizada no âmbito do projeto SMARTA, irá discutir os efeitos sociais da mobilidade partilhada em meio rural. Serão abordadas questões como a criação e fortalecimento de laços sociais, os efeitos da mobilidade partilhada no reforço da coesão e no sentido de identidade rural e de pertença à comunidade. O webinário decorre no dia 15 de julho, a partir das 14h00 (hora de Lisboa).

Para além de apresentações e debate, o evento irá incluir também a partilha de experiências de iniciativas de mobilidade partilhada em diferentes contextos da Europa rural, com apresentações de exemplos da Áustria, Bélgica, Escócia, França e Roménia.

Inscreva-se no seguinte link.

Saiba mais sobre o evento aqui e sobre o projeto SMARTA aqui.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]