Preparação do Parlamento Rural Europeu 2017 em curso

2016-10-21

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A próxima e terceira edição do Parlamento Rural Europeu (PRE) vai decorrer de 18 a 21 de outubro 2017, na pequena aldeia holandesa de Venhorst. Segunda as previsões, o evento vai reunir cerca de 300 participantes oriundos de 40 países europeus – 28 países membros, contando também com a Albânia, a Bósnia e Herzegovina, a Macedónia, o Montenegro e a Sérvia. A organização vai ficar a cargo de Landelijke Vereniging voor Kleine Kernen LVKK (Associação nacional de pequenas cidades) e de Vereniging Kleine Kernen Noord-Brabant VKKNB (Associação de pequenas cidades de Brabante do Norte).

Entretanto a campanha 2016-17 do Parlamento Rural Europeu já está em curso, sendo que já foi lançada a primeira série de projetos multinacionais, composta por seis temáticas – Preparativos para o Parlamento Rural Europeu da Juventude e Provisões para a juventude nas áreas rurais; Acolhimento e integração de refugiados e imigrantes económicos nas comunidades rurais; Desenvolvimento rural integrado e o papel do LEADER e do Desenvolvimento Local de Base Comunitária; Combater a pobreza e a exclusão nas áreas rurais; Manter os serviços e as infrastruturas rurais; Reforçar as economias locais e sub-regionais.

Os coordenadores do PRE conseguiram assegurar o financiamento desta primeira série, recorrendo a fundos do Programa “Europa para os Cidadãos”, na proporção de 10.000 Euros como financiamento de base por projeto. Com o objetivo de garantir uma maior abrangência geográfica, a implementação dos projetos divide-se em duas fases: primeiro, um contacto virtual com um mínimo de 250 pessoas, seguido de um acontecimento cara a cara com um máximo de 50 pessoas vindas de pelo menos seis países europeus.

De referir que, tal como em 2015, a Minha Terra é parceira formal do PRE 2017 para Portugal. 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]