PAO 2014 aprovado por unanimidade

2013-12-13

O Plano de Atividades e Orçamento (PAO) para 2014 foi aprovado por unanimidade na Assembleia Geral da Minha Terra realizada a 11 de dezembro, em Alcanena.

Na apresentação, discussão e votação do Plano de Atividades e Orçamento (PAO) da Federação Minha Terra para 2014 estiveram presentes representantes de 33 das 53 ADL associadas.

Embora seguindo o modelo de anos anteriores, o PAO para 2014 estrutura-se em quatro eixos estratégicos prioritários que dão corpo às propostas de trabalho dos órgãos sociais eleitos em julho de 2013:

  • acompanhar os atuais programas em execução;
  • influenciar e preparação do próximo período de financiamento para obter um DLBC/LEADER com expressão nas políticas públicas e na programação;
  • consolidar e implementar um plano de comunicação;
  • desenvolver um plano de qualificação que promova as competências técnicas da ADL para os atuais e futuros desafios de intervenção.

Estes quatro eixos traduzem os grandes desafios que se colocam à Federação Minha Terra enquanto coletivo, mas também a cada uma das associações de desenvolvimento local federadas.

O contexto de crise e de restrições orçamentais a diferentes níveis atribui aos fundos europeus estruturais e de investimento um papel determinante na prossecução das estratégias de desenvolvimento a diferentes escalas territoriais.

Teoricamente, o próximo período de programação inicia-se já em 2014. Mas, como é sabido, os processos de programação ainda não estão concluídos, prevendo-se um ano complexo, conjugando-se a preparação para a construção e implementação das estratégias de desenvolvimento local (em muitos casos multifundo) por parte das ADL, com o encerramento dos atuais programas.

A estas duas dimensões de trabalho acrescem outras duas, igualmente importantes: a capacitação das equipas e das parcerias locais, dando continuidade ao trabalho realizado em 2013 com dois blocos de workshops; e a comunicação na vertente interna – reforçando o trabalho em rede – e externa para dar visibilidade aos resultados alcançados pela intervenção das ADL.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]