Encontro LEADER nas Terras de Sicó assinala o início da colaboração institucional com a ANMP

2026-05-25

Nos dias 21 e 22 de maio, a Federação Minha Terra, em colaboração com a Terras de Sicó, realizou em Pombal e Penela o Encontro LEADER de 2026, uma iniciativa dirigida às associadas com foco no futuro do LEADER/DLBC e no estreitamento de relações com outras instituições.

O primeiro dia incluiu uma reunião geral de associadas, sob o mote “Uma Federação mais forte, mais representativa, mais influente”, com a recente eleita Direção a apresentar o trabalho já desenvolvido, assim como a perspetivar as atividades a desenvolver num futuro próximo.

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O grupo com 50 participantes seguiu para uma visita ao CIC - Centro Interpretativo do Cereal, em Espinhal, concelho de Penela, um projeto apoiado pelo Grupo de Ação Local Terras de Sicó que agrega a promoção do território, os produtos endógenos, o património edificado e os recursos naturais.

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No segundo dia, no Teatro-Cine de Pombal, decorreu a reunião da Assembleia Geral da Federação Minha Terra, onde foi aprovado o Plano de Atividades e Orçamento para 2026, seguido de uma degustação de produtos locais de Sicó. O fim do Encontro foi marcado pela assinatura de um Protocolo de Colaboração Institucional entre a Federação Minha Terra e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que pretende  reforçar a coesão territorial e o desenvolvimento local de base comunitária, promovendo a articulação entre os municípios portugueses e as associações de desenvolvimento local.

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O acordo traduz uma visão partilhada sobre a importância da cooperação multinível e da proximidade às comunidades locais na construção de respostas mais eficazes aos desafios sociais, económicos, ambientais e demográficos que afetam os territórios, em particular os de baixa densidade. A assinatura deste protocolo representa igualmente um passo relevante no fortalecimento da relação entre o poder local e as estruturas de desenvolvimento local, contribuindo para a consolidação de estratégias de intervenção mais integradas, inclusivas e sustentáveis.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]