Odiana assume presidência da ATBG

A Odiana, enquanto sócia da Associação Terras do Baixo Guadiana (ATBG) assumiu, no último dia 23 de Dezembro, a presidência da direção da entidade.

Durante os próximos dois anos, Francisco Amaral, na qualidade de Presidente da Odiana irá presidir a ATBG, entidade gestora do DLBC-RURAL no Baixo Guadiana que vem dar continuidade à abordagem LEADER. A gestão do instrumento Desenvolvimento Local de Base Comunitário implica a coordenação de uma parceria de 63 entidades (35 privadas e 28 públicas) do território.

A Estratégia DLBC aprovada para o Baixo Guadiana, no passado mês de Agosto, centra-se em comunidades e agentes económicos, sociais e institucionais intervenientes nos processos de desenvolvimento rural e na competitividade da economia de base rural. A meta é promover uma resposta aos elevados níveis de desemprego, através da dinamização económica local, do estímulo à inovação social e à busca de novas respostas à pobreza e exclusão social.

A ATBG, constituída pela Associação Odiana, a Associação Alcance em Alcoutim e Associação de Defesa do Património de Mértola, instituiu-se, em Outubro de 2001, para dar coerência e aproveitar as oportunidades criadas pelo programa de iniciativa comunitária LEADER+, dinamizando o tecido empresarial, através de apoio técnico, planificação de candidaturas e respetiva gestão.

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A ATBG está sedeada na vila de Alcoutim e procura dar resposta às possibilidades e propostas de investimento que possam beneficiar a região. Entre 2002 e 2014 destacam-se mais de 200 projetos concluídos e cerca de uma centena de novos postos de trabalho criados, gerindo uma ajuda pública que atingiu quase os 9 milhões de euros, para um total de investimento de cerca de 15 milhões de euros. 

 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]