Associação Terras do Baixo Guadiana
Morada: Rua de Timor, Rua de Timor, S/N, Centro de Artes e Ofícios e Desenvolvimento Local
8970-064 Alcoutim
Tel.: +351 281 546 285 (Chamada para a rede fixa nacional)
E-mail: geral@atbaixoguadiana.pt
Site: www.atbaixoguadiana.pt
Território: Terras do Baixo Guadiana
Área: 1.880,59 Km2
Habitantes: 28.258 hab.
Densidade populacional: 15,02 hab./Km2
Terras do Baixo Guadiana
O Guadiana é o elemento estruturante do território Terras do Baixo Guadiana, entendido entre o curso do rio do Pulo do Lobo (Mértola) a Vila Real de Santo António, onde desagua. O território do GAL, integrando a totalidade dos concelhos de Alcoutim e Castro Marim, parte do concelho de Tavira (freguesias de Stª. Maria, Stº Estêvão e Conceição) chega ao litoral algarvio através das freguesias de Altura (Castro Marim), Vila Nova de Cacela (Vila Real de Santo António) e Santa Maria (Tavira) e sobe a Serra do Caldeirão até às freguesias do concelho de Mértola. Dividido entre os distritos de Beja (Alentejo) e Faro (Algarve) caracteriza-se por uma progressiva rarefação demográfica e, consequentemente, envelhecimento da sua população. E apesar do acentuado processo de desertificação, a agricultura constitui ainda cerca de metade da capacidade empregadora associada principalmente ao cultivo de cereais, na maioria destinados à pastagem de gado bovino e ovino.
Não obstante os estrangulamentos, o território evidencia um conjunto variado de potencialidades decorrentes da possibilidade de desenvolvimento de setores baseados no aproveitamento de recursos endógenos. Produtos agropecuários, artes e ofícios singulares, património ambiental e cultural constituem alguns dos pontos fortes que o turismo tem vindo a evidenciar. Pouco a pouco, a oferta de serviços de qualidade (ao nível do alojamento, restauração, animação turística) está a generalizar-se a todo o território, criando postos de trabalho suscetíveis de fixar a população.
Outrora porta aberta do território para as civilizações mediterrâneas, o Guadiana surge inequivocamente como um elemento de elevado potencial turístico, atraindo empresas do setor e turistas, com forte impacto ao nível da economia local.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]