O Cooperativismo na Euro-região Norte de Portugal-Galiza

2012-01-21

Chaves, 26 janeiro 2012

Seminário da ADRAT, no âmbito do projeto COOPERA+, com vista a melhorar o conhecimento sobre a criação e o funcionamento de cooperativas.

Local: ADRAT - Av. da Cooperação | Parque Empresarial Edifício INDITRANS, Lote A1, nº 2 - Outeiro Seco, Chaves |Tel: 276 340 920 | E-mail: geral@adrat.pt

Programa:

- 14h30 Sessão de abertura, Presidente da ADRAT

- 14h45 O Projeto COOPERA+ e a Rede EUSUMO, Xoan Miguel Concheiro Abal (Subdiretor Geral de Cooperativas e Economia Social da Xunta da Galiza)

- 15h10 O regime jurídico das cooperativas portuguesas, Manuel Canaveira de Campos (Ex-presidente do INSCOOP)

- 15h45 Características e chaves diferenciadoras do cooperativismo galego, Manuel Perez Losada (Chefe de Serviço de Cooperativas e Economia Social da Xunta da Galiza)

- 16h A confederação dos Agricultores de Portugal e o Cooperativismo, Francisco Pavão (dirigente da CAP)

- 16h15 Gestão societária, contabilística e tributária do cooperativismo galego, Juan Manuel Gomez Cabo (Técnico da Rede EUSUMO)

- 16h30 Sessão de Perguntas e Respostas

A ADRAT - Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega recorda que 2012 foi declarado pelas Nações Unidas como o Ano Internacional das Cooperativas, reconhecendo assim o modelo cooperativo como um fator importante no desenvolvimento económico e social dos países.

Esta declaração vem ao encontro do projeto COOPERA+ que se associa ao Ano Internacional das Cooperativas. Aliás, algumas das suas atividades estão já incluídas na agenda de eventos promovida pela Aliança Internacional de Cooperativas (ICA) dedicada a este Ano Internacional.

A ADRAT participa desde 2001 no COOPERA+, cujo principal objetivo é fomentar o cooperativismo e consolidar as cooperativas na Euro-região Norte de Portugal-Galiza, gerando mais empregos e promovendo os produtos cooperativos.

O Ano Internacional das Cooperativas 2012 será oportuno para uma maior compreensão do movimento cooperativo.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]