Nova (e última) edição da revista

2013-05-31

A revista da cooperação LEADER chega ao fim? Ao longo de quase dois anos foram publicados sete números, com o apoio do Programa para a Rede Rural Nacional.

 

Numa altura em que se realizam inúmeras atividades, consolidam parcerias e apresentam resultados, e se preparam já novas ideias para implementar no próximo período de programação - como sublinha Luís Chaves no Editorial -, esta última edição surge recheada de notícias da cooperação.

Em entrevista, Jean-Michel Courades, coordenador das atividades LEADER da Rede Europeia de Desenvolvimento Rural, explica porque é que a cooperação é tão importante para os territórios, faz a avaliação da cooperação LEADER no atual período de programação e dá alguns conselhos aos GAL para melhorar a eficácia dos futuros projetos.

Entre notícias de eventos LEADER, formação solidária, encontros, seminários, fóruns e reuniões, em Portugal, Cabo Verde e França, este número destaca alguns dos projetos mais emblemáticos da Cooperação LEADER.

A edição inclui ainda uma Agenda que dá conta de eventos programados para breve. Conferências, encontros, fóruns a acontecer por cá, e no estrangeiro, que fomentam a cooperação entre organizações e territórios.

A cooperação pode dar uma nova dimensão aos projetos locais, uma vez que oferece aos intervenientes novas oportunidades para solucionar questões de forma inovadora. Os projetos de cooperação são capazes de produzir diferentes tipos de valor acrescentado.

O reforço da estratégia territorial e das parcerias locais, a melhoria da competitividade e o desenvolvimento da identidade territorial são alguns dos diferentes tipos de valor acrescentado que os projetos de cooperação são capazes de produzir, e que são referidos no «Guia para a Cooperação Transnacional» lançado pela Rede Europeia de Desenvolvimento Rural e editado pela DGADR em português, também em destaque nesta última edição da revista «Territórios em Rede».

 

Revista "Territórios em Rede", edição online.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]