2012-08-23

Maputo, 23 a 30 de agosto 2012
No âmbito do projeto de cooperação LEADER "Cooperar em Português", integrando técnicos das ADL, empresários e autarcas, por ocasião da FACIM - Feira Internacional de Maputo, privilegia reuniões de trabalho com parceiros moçambicanos.
O programa da Missão Empresarial do Cooperar em Português, além de encontros e reuniões com várias personalidades e entidades locais (Embaixador de Portugal em Moçambique, Diretor do AICEP Maputo, Ministério da Agricultura de Moçambique, ?), inclui reuniões de trabalho com parceiros protocolados em Moçambique, designadamente, a UGC - União geral das Cooperativas Agropecuárias de Maputo, a AJAM - Associação dos Jovens Agricultores de Maputo, a AMRU - Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Mulher Rural e a FRUTISUL - Associação dos Fruticultores do Sul de Moçambique.
Organizada por ocasião da FACIM - Feira Internacional de Maputo - o maior evento comercial com dimensão internacional em Moçambique -,este ano sob o lema «Expandindo o horizonte dos seus negócios, otimizando as sinergias», a comitiva da missão irá participar na cerimónia de abertura oficial da 48ª edição do certame e visitar os vários pavilhões, em especial o Pavilhão de Portugal.
Algumas Associações de Desenvolvimento Local (ADL), como a AD ELO - Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego, a PRÓ-RAIA - Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte e a RAIA HISTÓRICA - Associação de Desenvolvimento do Nordeste da Beira, irão ainda aproveitar a oportunidade para desenvolver ações próprias de prospeção de parcerias no território moçambicano.
ADL parceiras do projeto de cooperação LEADER «Cooperar em Português»: DUECEIRA (coordenadora do projeto), ADIRN, ADL, ADICES, AD ELO, ADRIMINHO, ADD, ADAE, ADIBER, ADRITEM, PINHAL MAIOR, TERRAS DE SICÓ, RAIA HISTÓRICA, ADDLAP, PRÓ-RAIA, ADRUSE, ATAHCA, ADER-AL.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]