Associação In Loco
Morada: Av. da Liberdade N.º 101
8150-101 São Brás de Alportel
Tel.: +351 289 840 860 (Chamada para a rede fixa nacional)
E-mail: geral@in-loco.pt
Site: www.in-loco.pt
Território: Interior Algarve Central
Área: 1.834 Km2
Habitantes: 81.042 hab.
Densidade populacional: 44,19 hab./km2
Interior Algarve Central
O território do GAL IN LOCO situa-se no interior central do Algarve, no “coração da Serra do Caldeirão”, abrangendo os concelhos de Loulé (freguesias de Alte, Ameixial, Boliqueime, Salir, São Sebastião e União de freguesias de Querença, Tôr e Benafim), S. Brás de Alportel, Silves (freguesias de São Bartolomeu de Messines e São Marcos da Serra), Tavira (freguesias de Cachopo, Santa Catarina da Fonte do Bispo e União das freguesias de Luz de Tavira e Santo Estêvão), Albufeira (freguesias da Guia e Paderne), Faro (freguesias de Santa Bárbara de Nexe e União das freguesias de Conceição e Estoi) e Olhão (freguesias de Pechão e União das freguesias de Moncarapacho e Fuseta).
Constituído por Serra e Barrocal – área que se estende entre a serra e o litoral –, o território apresenta um outro Algarve, longe dos edifícios de betão e das praias de areia dourada que se enchem de gente no verão, quiçá mais profundo, mais rico, mais verde e verdadeiro mas também mais isolado, mais pobre, envelhecido e despovoado.
Os solos deste outro Algarve são calcários no Barrocal (a sul) e xistosos na própria Serra. A norte pratica-se uma agricultura de subsistência; caprinicultura e ovinicultura; transformação de produtos em pequena escala (mel, aguardente de medronho e queijo). A sul, as parcelas de pomar misto de sequeiro, que associam alfarrobeiras, amendoeiras, figueiras e oliveiras e dão pasto, a ovinos, alternam com as áreas de regadio, ocupadas por citrinos e hortícolas.
Lentamente, o território vai somando alguns serviços na área do turismo rural (restauração, alojamento e animação). Rico na sua biodiversidade, beleza natural, tradição artesanal, o território atrai um número crescente de visitantes e turistas, determinados a encontrar os tesouros da Serra do Caldeirão… O medronho, a alfarroba, o figo, a amêndoa, a cortiça, as plantas aromáticas e medicinais… Mas também as suas gentes, os serrenhos, e as suas histórias e cantares tradicionais…
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]