2011-05-10

14 e 15 de maio, e 18 junho 2011
Ciclo de tertúlias promovidas pela TAGUS nos concelhos de Constância, Vila Nova da Barquinha e Abrantes a fim de sensibilizar para as potencialidades do rio Tejo.
Identificar as dificuldades vividas nos concelhos ribeirinhos é um dos objetivos deste ciclo de tertúlias, que conta com a participação da MINHA TERRA.
Além de espaço de debate, convidando os participantes a deixar contributos para o desenvolvimento rural, a organização desafia a população a levar o cesto com a merenda, para um agradável pic-nic.
- «Ribatejo: porto de desembarque» [Êxodo Rural]
14.MAI. | Constância - 12h30 - Parque Ambiental de Santa Margarida
Moderador: Máximo Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Constância
O papel das estratégias de desenvolvimento local - Regina Lopes, presidente da Federação MINHA TERRA
A promoção dos territórios enquanto factor estratégico no desenvolvimento local - Elgar Rosa, diretor executivo da PURE ATIVISM

- «Tejo: um rio de experiências» [Turismo Ativo]
15.MAI. | Vila Nova da Barquinha - 12h30 - Barquinha Parque
Moderador: Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha
As actividades de aventura e lazer na região - Tiago Duarte, DIVER ALMOUROL
Gestão turística - Luís Mota Figueira, coordenador do curso de Gestão Turística e Cultural do Instituto Politécnico de Tomar
- «Lançar redes para o Futuro» [Empreendedorismo]
18 JUN. | Abrantes - 18h - Aquapolis
Moderadora: Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Abrantes
Concursos de ideias e incubação de empresas - Eng. Homero Cardoso, diretor operacional da TAGUSVALLEY
Incentivos ao empreendedorismo - Alexandra Lopes de Sousa, Associação Business Angels de Santarém
Esta iniciativa da TAGUS, em parceria com os municípios de Constância, Vila Nova da Barquinha e Abrantes, integra-se na Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE - Mercados do Tejo.
Para mais informações contactar a TAGUS.
Inscrições aqui.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]