Gestora do PRODER visita projetos LEADER no Douro Superior

2013-11-28

Quarta-feira, 27 de novembro, 10h30. A Gestora do PRODER, Gabriela Ventura, chega a Torre de Moncorvo, dando início ao programa de visita a vários projetos apoiados pela Associação de Desenvolvimento Douro Superior, que culminou com a entrega de contratos LEADER, num investimento total superior a um milhão de euros.

 

A sessão realizou-se, ao final da tarde, nas instalações da Associação dos Comerciantes e Industriais do Concelho de Moncorvo, com a presença de 24 dos 69 promotores com projetos aprovados no âmbito do último concurso LEADER do GAL Douro Superior, representando um investimento total aprovado de 3,2 milhões de euros e uma despesa pública de cerca de 1,6 milhões de euros, e 73 novos postos de trabalho no território.

 

 

Na parte da manhã, a comitiva, composta por técnicos e dirigentes da associação, visitou uma exploração agrícola na freguesia de Felgueiras, o Museu de Cera de Felgueiras, a Quinta das Aveleiras e a Pastelaria Seromenho, em Torre de Moncorvo, tendo estes três últimos projetos beneficiado do apoio da Medida LEADER do PRODER.

 

 

Após o almoço, na Taberna do Carró, o grupo dirigiu-se à loja Arte Sabor e Douro, detentora da especialíssima amêndoa coberta de Moncorvo, cuja confeção, genuinamente artesanal, desenvolve-se em vários dias de trabalho, utilizando somente como matéria-prima o miolo de amêndoa e açúcar. Ainda à volta deste emblemático produto da região, a Gestora do PRODER teve a oportunidade de conhecer o trabalho da Amêndoacoop - Cooperativa de Produtores de Amêndoa de Torre de Moncorvo.

Fortemente associada ao território está igualmente a raça de ovelha Churra e, por isso, também foi integrada no programa uma visita ao Solar da Ovelha Churra da Terra Quente, dinamizado pela associação de criadores (ANCOTEQ).

O programa de visita ao território de intervenção do GAL Douro Superior, abrangendo os concelhos de Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Freixo de Espada à Cinta e Mogadouro, terminou em Larinho numa unidade de turismo rural implantada na encosta da Serra do Reboredo, onde a paisagem e a serenidade convidam ao descanso.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]