Fruteiras Tradicionais do Algarve

2014-10-22

As primeiras jornadas técnicas sobre as fruteiras tradicionais do Algarve – amêndoa, azeitona, alfarroba e figo – acontecem a 30 e 31 de outubro e 1 de novembro, na Expoalgarve, em Loulé. Inscrições até dia 24 de outubro.

Produção, transformação e comercialização são os grandes temas destas jornadas que incluem dezenas de comunicações, workshops, exposições e uma mostra tecnológica, encontros B2B entre empresas e o concurso "Valores do Território 2014".

I12038-LOGOXFRUTEIRAS2.JPG

A iniciativa, que está a ser organizada – no âmbito do projeto de cooperação Cordão Verde – por um vasto conjunto de entidades (Associação In Loco, Associação Interprofissional para o Desenvolvimento da Produção e Valorização da Alfarroba, Câmara Municipal de Loulé, DRAP Algarve, Universidade do Algarve, Escola Profissional de Alte, CCDR Algarve, NERA e ACRAL), com o apoio da Caixa Crédito Agrícola Mútuo do Algarve e da AGROTEC, surge na sequência do seminário  "Culturas tradicionais do Algarve" realizado a 30 de abril, em torno da mesma temática, que registou uma enorme adesão e a necessidade de lhe dar continuidade.

Segundo a organização “a importância que este sector já teve na região e as potencialidades que ainda representa justificam aprofundar e disseminar o conhecimento sobre ele existente e a mobilização para a cooperação dos seus agentes, da produção, passando pela investigação e tecnologia, à transformação e comercialização”.

Mais informações e inscrições (gratuitas mas obrigatórias) em http://culturastradicionaisdoalgarve.blogspot.pt/

Para mais informações, contactar a Associação In loco – Equipa do Cordão Verde, Tel. 289 840 860 ou E-mail cordaoverde2013@gmail.com.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]