2011-10-28

Organizada pela associação ODIANA e ANJE, a 26 e 27 de outubro 2011, em Vila Real de Santo António, contou com a presença de várias entidades do Baixo Guadiana, entre as quais a ATBG, e do Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território.
A feira empresarial «Baixo Guadiana no Desenvolvimento Transfronteiriço contou com a presença de diversas entidades da região, entre as quais a Associação Terras do Baixo Guadiana (ATBG) - cuja parceria integra a associação ODIANA -, a CCDR Algarve, IEFP, INAG, Universidade do Algarve, Globalgrave, Consejo Andaluz de Cámaras.
A presença da ATBG foi assinalada pela organização de um workshop, no dia 27, sobre «As oportunidades no meio rural» para apresentação do PRODER - Programa de Desenvolvimento Rural, e ainda de sessões de consultoria individualizadas.
No primeiro dia do certame as sinergias como caminho para o desenvolvimento de duas regiões irmãs foram o tema em destaque, num insistente apelo à cooperação.
O segundo dia ficou marcado pelas críticas dos autarcas do Baixo Guadiana ao ordenamento territorial, nomeadamente, aos constrangimentos à navegabilidade do Guadiana, a «asfixiante» burocracia envolvente no quadro do desenvolvimento, e aos instrumentos de ordenamento do território desadequados à realidade.
Convidado a fechar os trabalhos, o Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo, reconheceu alguns dos obstáculos no território e deixou garantias de uma reforma dos instrumentos de ordenamento do território, designadamente da Lei de Bases da Política de Ordenamento do Território e do Urbanismo.
A Feira Empresarial do Baixo Guadiana é uma iniciativa de cooperação entre o Algarve, Alentejo e Andaluzia, no âmbito do projeto PIDETRANS - Plano Integral para o Desenvolvimento Empresarial Transfronteiriço, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), com o apoio da União Europeia.

Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]