Comissão Europeia promove consultas públicas sobre o novo orçamento comunitário

2025-02-14

A Comissão Europeia está a preparar o próximo quadro financeiro plurianual, que vai estabelecer as prioridades de investimento/despesa da União Europeia para o período 2028-2035. Pretendendo construir um orçamento mais simples, mais eficaz e mais direcionado, a Comissão Europeia iniciou um processo de auscultação de todas as partes interessadas, com o lançamento de um conjunto de consultas públicas.

Mantendo os objetivos de apoiar projetos e iniciativas de promoção do desenvolvimento social e económico das regiões europeias, de apoio aos agricultores e às zonas rurais, de proteção do ambiente e combate às alterações climáticas, de promoção da transição digital das nossas sociedades e de apoio à investigação e à inovação, o futuro orçamento deverá incluir:

  • Um plano por cada Estado-membro, com reformas e investimentos-chave, concebido em parceria com as autoridades nacionais, regionais e locais;
  • Um Fundo Europeu para a Competitividade, destinado a apoiar investimentos em setores estratégicos e novas tecnologias;
  • O financiamento de ações fora da União Europeia, com maior impacto, mais orientadas e mais alinhadas com os interesses estratégicos;
  • Ações adicionais de salvaguarda e proteção do Estado de direito

Na primeira fase de auscultação decorrem as seguintes consultas públicas, abertas até 6 de maio:

Posteriormente, a Comissão irá proceder à constituição de um painel cidadão, que incluirá 150 pessoas, que terão a oportunidade de debater e apresentar propostas concretas para o orçamento comunitário. Os cidadãos terão a possibilidade de contribuir para este debate, através de uma plataforma online que permitirá a troca de ideias e a discussão com os membros do painel.

A Comissão pretende que o processo de definição do novo quadro financeiro plurianual esteja concluído até ao final deste ano e que o mesmo entre em vigor a 1 de janeiro de 2028.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]