Ciclo de 17 debates “Desafio 2030 – Uma Agenda para o Desenvolvimento Sustentável”

2018-11-09

À imagem dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) a alcançar durante os próximos anos, instituídos pela resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), intitulada “Transformar o nosso mundo: Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável”, de 1 de janeiro de 2016, o INATEL encontra-se a organizar um Ciclo de 17 debates, que começou em março de 2017.

I13233-NL01.JPG
Fotos: Beatriz Lorena/Fundação INATEL     

Apesar da dimensão global dos ODS, a organização pretende ajustar a discussão de cada tema às especificidades e dinâmicas locais e regionais que constituem a realidade do país.

O sétimo momento deste ciclo foi dedicado ao 13º objetivo que visa a adoção de medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos, e ocorreu, na tarde de 24 de outubro, em Mértola, no Cineteatro Marques Duque.

Após o visionamento do documentário da Comissão Europeia “Causas e Consequências das Alterações Climáticas”, houve um debate sob o tema “O Fenómeno das Alterações Climáticas e a Crise Global”. Entre um leque variado de oradores – do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, da Liga para a Proteção da Natureza, do Departamento de Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo e do Campo Arqueológico de Mértola – moderado por José Manuel Alho, do INATEL, que declinou reflexões e dados sobre a acção climática, a presidente da Minha Terra, Maria João Botelho, falou do papel do desenvolvimento rural nas alterações climáticas.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]