2014-08-01
A associação Vicentina, a convite da Minha Terra, participou na sessão de apresentação da estratégia e da marca natural.pt, que decorreu em Sintra, dia 25 de julho, onde apresentou a Bienal de Turismo de Natureza Algarve, organizada, em parceria com as associações In Loco e Terras do Baixo Guadiana, dias 26, 27 e 28 de setembro.
A sessão de apresentação da estratégia para a gestão das áreas protegidas (incluindo Rede Nacional de áreas Protegidas e Rede Natura 2000), através da criação de uma marca nacional – Natural.PT – que promova a valorização sustentada dos recursos, produtos e serviços locais e a afirmação destes territórios como destinos de excelência, aliada aos princípios de conservação da natureza, foi presidida pelo Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva.
A criação da marca Natural.PT – Património Vivo é o resultado de um trabalho de proximidade entre diferentes equipas de trabalho e grupos de acompanhamento, envolvendo os atores locais, e uma aposta uma aposta nacional na biodiversidade, na economia, no desenvolvimento rural, no património e no reforço e promoção da identidade de Portugal.
A marca Natural.PT está, assim, associada a um conjunto de tipologias de serviços e produtos que a corporizam e a tornam comercializável. Podem aderir à Natural. PT todas as entidades que desenvolvam a sua atividade relacionada com um conjunto de tipologias identificadas, que estejam localizadas no território de influência de uma Área Classificada, e que se comprometam com os valores da Natural.PT.
A marca Natural.PT é propriedade do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, IP e o processo de formalização da adesão é efetuado através do Sistema Integrado de Gestão da Adesão (SIGA) disponível no portal Natural.PT.
Saiba mais no site Natural.pt, através do qual todos os agentes podem apresentar candidaturas para aderir à marca e fazer parte da rede Natural.pt
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]