Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte
Morada: Convento de São Francisco, 1º Piso, Ala Nascente, Avenida General Bernardo Faria
2300-535 Tomar
Te.: +351 249 310 040/8 (Chamada para a rede fixa nacional)
E-mail: adirn@adirn.pt
Site: www.adirn.pt
Território: Ribatejo Norte
Área: 1.192,2 Km2
Habitantes: 119.526 hab.
Densidade populacional: 100 hab/km2
Ribatejo Norte
Ligação tranquila entre as Beiras e o Alentejo, o Ribatejo Norte é o território de intervenção do GAL ADIRN constituído pelos concelhos de Alcanena, Ferreira do Zêzere, Tomar, Torres Novas, Ourém e Vila Nova da Barquinha.
Enquadrado pelos rios Zêzere e Tejo e a Serra d’Aire e Candeeiros, o território beneficia de um conjunto de valores ambientais e patrimoniais que o colocam numa posição privilegiada para a atividade turística. A nível ambiental, além da Albufeira de Castelo de Bode (o segundo maior lago artificial do país), destacam-se três espaços protegidos de grande relevância: o Parque Natural da Serra d’Aire e Candeeiros, com a sua fauna e flora características do maciço calcário; a Reserva Natural do Paul do Boquilobo – zona húmida entre situada entre o Almonda e o Tejo, reconhecida pela sua importância ornitológica – classificada pela UNESCO como Reserva da Biosfera; e o Agroal, espaço natural integrado na Rede Natura 2000, guardião de espécies raras e ameaçadas, muito concorrido por veraneantes que procuram as águas com propriedades medicinais da pequena albufeira. Nas águas do Tejo, ergue-se o Castelo de Almourol, paradigma do imaginário medieval, baluarte da Reconquista e da herança dos Templários. Esta marca templária, ligada ao mito da Ordem e à rede de lugares templários constitui, de resto, um dos elementos de maior potencial patrimonial para a dinamização do turismo.
No Ribatejo Norte encontra-se ainda o maior expoente do estilo manuelino em Portugal – o Convento de Cristo em Tomar – Património Mundial da Humanidade – com a sua cenográfica janela manuelina.
Aliado aos produtos da terra – vinho, azeite, figo, entre outros – todo este conjunto de valores tem vindo a ser potenciado pelo GAL numa forte estratégia de animação turística, trabalhando sobretudo o conceito de “turismo de aventura”.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]