6ª Feira Nacional do Fumeiro, Queijo e Pão

2012-08-24

Sardoal, 21-23 de setembro 2012

Integrada nas Festas do concelho de Sardoal, numa iniciativa conjunta da TAGUS e município apoiada pela Abordagem LEADER, aposta na doçaria tradicional, nos vinhos e artesanato. E não só... Dia 22, o convite é para dar um passeio a pé...

A grande novidade desta edição será a presença de produtos de outras regiões do país, tais como: queijo de Azeitão, queijo Serra da Estrela e alheiras de Mirandela.

O certame irá juntar, na Praça Nova, 25 expositores com diversos produtos, provenientes de Seia, Cabeceiras de Basto, Palmela, Vila Velha de Rodão, Mirandela, Vila de Rei, Abrantes e Sardoal que carregam as suas bancas com presunto, salpicão, morcelas, chouriças, farinheiras, paios, alheiras, maranhos e bucho recheado, queijos amanteigados e curados, bôlas, pão de trigo e de centeio.

Além das iguarias nacionais, a feira aposta nas atividades económicas do concelho, nomeadamente artesanato, doçaria tradicional e vinhos. Para completar o cardápio haverá ainda animação musical: Piano Vox (dia 21), a Filarmónica União Sardoalense (dia 22) e Cant»Abrantes (dia 23).

O percurso pedestre «Do pão ao vinho», a acontecer dia 22, em Sardoal, tem como como pontos de interesse a Lapa, os Moinhos de Entrevistas e as vinhas da Quinta Vale do Armo. De dificuldade média, o percurso circular tem início na Lapa, em Cabeça das Mós (Sardoal) estendendo-se ao longo de 8 quilómetros, mostrando o imenso património cultural e natural que está associado à Ribeira de Arcês e ao Vale do Cabril. A concentração está marcada às 8h30, na Praça da República, na Vila Jardim.

As inscrições são gratuitas e podem ser efectuadas através do site da TAGUS (www.tagus-ri.pt) e no Posto de Turismo de Sardoal. O percurso tem o limite de 40 participantes.

Mais informação e Programa disponível no site da TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior.

Documentos Anexos:

Cartaz Percurso Pedestre


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]