"Low Density High Quality" apoia PME’s

2016-05-04

O projeto Low Density High Quality prevê o desenvolvimento de diversas atividades de apoio à internacionalização de micro e pequenas empresas localizadas em territórios de baixa densidade. Liderado pela Dolmen e com o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa como parceiro, o projeto foi apresentado a 30 de abril, em Cinfães.

Armando Mourisco, Presidente da Câmara de Cinfães, inaugurou a sessão, contextualizando os presentes no panorama socioeconómico local, num território caracterizado de baixa densidade. No Centro do Interpretação do Vale do Bestança reuniram-se entidades oficiais, representantes dos municípios e instituições da região, e pequenos e médios empresários, representativos do tecido empresarial da região.

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Nuno Fonseca, Presidente do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS), responsável pelo desenvolvimento das ações previstas para os territórios de carácter industrial, apresentou os objetivos do trabalho a desenvolver, salientando o diagnóstico da indústria com foco no encaminhamento da produção para novos mercados, nomeadamente os internacionais.

Telmo Pinto, Presidente da Dolmen, destacou as ações previstas: um diagnóstico das empresas dos setores agroalimentar e do turismo dos territórios de baixa densidade; a participação em feiras nacionais e internacionais; a procura de novos mercados para os produtos destes setores; e o apoio aos empresários e produtores no processo de preparação para a internacionalização, reforçando o compromisso no alargamento das redes e canais de comercialização para os produtos agroalimentares e de turismo dos territórios de baixa densidade.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]