2º Seminário Ibérico Raiano de Combate à Desertificação

2013-01-24

Castelo Branco, 22 e 23 de fevereiro 2'13

O papel do planeamento no combate à desertificação é o foco central do seminário, pretendendo abordar temas como a demografia, desenvolvimento rural, boas práticas rurais. Inscrições até 20 de fevereiro.

Os dois dias do 2º Seminário Ibérico «Intervenções Raianas no Combate à Desertificação» estão programados assim:

- 22 de fevereiro - Apresentação de comunicações, mesas-redondas e debates, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia (Campus da Talagueira);

- 23 de fevereiro - Visitas de campo em Castelo Branco e Idanha-a-Nova (receção dos participantes junto ao edifício principal da IPCB/ESA, na Quinta Senhora de Mércules, às 9h).

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Francisco Gomes da Silva, participará na abertura dos trabalhos.

Programa e Ficha de Inscrição abaixo em anexo.

Documentos Anexos:

Programa

Ficha de Inscrição


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]