1.ª Conferência Portugal Participa

2014-12-09

Realizada a 3 de dezembro, em Cascais, para apresentação do projeto homónimo, ficou marcada pela criação da Rede de Autarquias Participativas.

A conferência decorreu – na Casa das Histórias Paula Rego – com diferentes espaços de trabalho, reflexão e partilha de experiências sobre questões relacionadas com a participação cidadã, nomeadamente em processos de administração pública e decisão coletiva.

A conferência, que contou com a presença de cerca de 123 participantes, ficou marcada pela decisão de se constituir uma Rede de Autarquias Participativas (RAP), com o propósito de delinear uma nova estrutura colaborativa nacional, que contribua para a sinalização, divulgação, disseminação e qualificação dos processos de democracia participativa no país.

Trinta e cinco câmaras municipais assinaram a Carta de Compromisso para a criação da RAP, um ato simbólico que representa o empenho destas autarquias em construir esta estrutura que pretende congregar órgãos de governação local comprometidas com o desenvolvimento de mecanismos de democracia participativa.

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O projeto Portugal Participa foi criado para aprofundar os mecanismos e as políticas de democracia participativa em Portugal, com o objetivo de ajudar a produzir mudanças transformadoras nas organizações e na sociedade, explorando novos horizontes para o exercício da cidadania e recriando a confiança entre instituições e populações.

É coordenado pela Associação In Loco e tem como entidades parceiras o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, a Câmara Municipal de Cascais, a Câmara Municipal de Odemira, a Câmara Municipal do Funchal e a Câmara Municipal do Porto.

O Portugal Participa desenvolve-se no âmbito do Programa Cidadania Activa, cuja entidade gestora é a Fundação Calouste Gulbenkian e é suportado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (EEA Grants).

Saiba mais sobre o projeto em www.portugalparticipa.pt e em www.facebook.com/portalportugalparticipa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]