VI Colóquio Ibérico de Estudos Rurais

Dez. 2005

"O papel das regiões nas economias rurais"

23 e 24 de Fevereiro de 2006, La Rábida, Huelva, Espanha

A Associação Espanhola de Economia Agrária (AEEA) e a Sociedade Portuguesa de Estudos Rurais (SPER) promovem o VI Colóquio Ibérico de Estudos Rurais como fórum de reflexão sobre novas políticas para as economias rurais, do ponto de vista das regiões. O evento conta com o apoio e patrocínio da Consejería de Agricultura e Pesca, através da Direcção Geral de Desenvolvimento Rural, e do Ministério de Agricultura, Pesca e Alimentação. Outras entidades como a Universidade Internacional da Andaluzia, a Diputación de Huelva e a Universidade de Huelva, foram convidadas para participar.

O desenvolvimento do meio rural é uma questão que interessa à política regional europeia nos próximos anos, nomeadamente a sua aplicação prática nas regiões da Península Ibérica.

O VI Colóquio irá aprofundar as distintas funções que os territórios desempenham, por um lado, as funções não comerciais e, pelo outro as que aportam concorrência económica.

Aos temas tratados já aprofundadamente na literatura sobre desenvolvimento rural (definição do rural, contínuo rural - urbano, ordenação territorial, ...) acrescem outros mais recentes próprios do desenvolvimento regional (deslocalização, mudança tecnológica, análise de distritos industriais,...) que nos informam acerca destas pressões que confluem nos espaços rurais.

Neste contexto, as regiões definem estratégias de desenvolvimento regional diferenciadas para valorizar os recursos endógenos, fomentar a participação da população e identificar objectivos partilhados com outros territórios para trabalhar em rede.

A data limite de inscrição a preço reduzido é 15 de Janeiro de 2006 e as inscrições podem fazer através do formulário on-line.

Para mais informações consultar a página oficial do colóquio.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]