Turismo Acessível e Inclusivo na Lousã

2024-02-14

Realiza-se a 20 de Fevereiro na Lousã, o Encontro Final do projeto de cooperação interterritorial ‘QTS2A – Qualificar o Turismo Sustentável, Ativo e Ambiente’, sob a chancela da marca WAM - World Aventure, com o objetivo de avaliar e disseminar os resultados do projeto, junto dos públicos locais.

O evento, com início às 09h00, na Alameda-Parque Carlos Reis, inclui atividades de animação turística divididas em 4 estações de aprendizagem: Turismo Acessível e Inclusivo; Arborismo, Cordas e Nós; Percursos Pedestres / Caminhadas; Observação da vida selvagem, a pé e em Todo o Terreno, e é dirigido aos parceiros nacionais do projeto, aos agentes de animação turística e ao universo escolar, com realce para alunos e docentes das escolas secundárias e profissionais do território.

Pelas 16h00, decorre a apresentação pública do livro: ‘Turismo Acessível e Inclusivo: Guia de Boas Práticas de Atendimento’, uma edição da responsabilidade da DUECEIRA, que se assume como um manual de apoio quotidiano e de suporte à atividade turística dos agentes do setor, em especial ao nível do atendimento a públicos com necessidades especiais.

O projeto, cofinanciado pelo PDR2020 - Programa de Desenvolvimento Local, é dinamizado em parceria pelas Associações de Desenvolvimento Local: ADIRN- Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte (Grupo Coordenador); ADL – Associação de Desenvolvimento Local do Litoral Alentejano; ADRUSE- Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela; CORANE- Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina; DUECEIRA – Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça; DESTEQUE- Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente; PINHAL MAIOR - Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul; PRÓ-RAIA- Associação Desenvolvimento Integrado Da Raia Centro Norte e RUDE- Associação de Desenvolvimento Rural.

Documentos Anexos:

Programa

Cartaz e Materiais


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]