Trans-Ibérica em BTT Tejo/Tajo Vivo

2015-05-07

Percorrer o rio Tejo da nascente à foz, uma aventura em Bicicleta Todo-o-Terreno (BTT) de15 a 30 de Maio.

A travessia ibérica assume-se como um passeio turístico de 1.210km em duas rodas, dividido em 13 etapas. A prova, mais extensa da Península Ibérica a realizar individualmente, desafia os participantes, em semi-autonomia, a percorrer as margens do rio por antigos caminhos rurais e estradas secundárias.

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Pelo caminho, os atletas vão vislumbrar 10 etapas em território espanhol, passando por Salto de Póveda, Trillo, Zorita de los Cañes, Aranjuez, Toledo, Talavera de la Reina, Bohonal de Ibor, Serradilla e Alcántara. Em território nacional, a Trans-Ibérica entra no dia 27 de Maio. As duas rodas vão circular por Vila Velha de Rodão, Abrantes, Santarém e, por fim, pela capital portuguesa.

Com esta atividade pretende-se afirmar os territórios ibéricos situados nas margens do Tejo como um destino turístico integrado, e surge por iniciativa de 17 Associações de Desenvolvimento Local portuguesas e espanholas, que num projeto de cooperação transfronteiriço denominado Tejo/Tajo Vivo, apoiado pelo Programa de Desenvolvimento Rural (ProDeR), desenvolvem várias ações com o fim de aumentar a competitividade e promover o desenvolvimento económico, social e ambiental destas localidades ribeirinhas. Em Portugal é representado pela ADRACES – Raia Centro-Sul, Pinhal Maior – Pinhal Interior Sul, LEADER SÔR – Alto Alentejo, TAGUS - Ribatejo Interior, ADIRN – Ribatejo Norte e APRODER – Ribatejo.

Os participantes vão fazer a travessia, orientados por GPS e acompanhados por três atletas convidados, que detêm um vasto currículo em provas e maratonas de modalidades em bicicleta. A participação garante alojamento, duches e alimentação, bem como acompanhamento, desde o transporte de bagagens, apoio mecânico a bicicletas e socorrismo. Assegura-se ainda, seguro de acidentes pessoais, responsabilidade civil, lembranças de participação e prémio finisher.

Mais informação no sítio Internet do projeto: www.tejovivo.com


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]