2014-04-21
A parceria Tejo Vivo está a preparar a 1.ª edição da maior travessia Ibérica em BTT, ligando a nascente à foz do Tejo. 1.300 km divididos em 13 etapas que irão ser realizadas de 14 a 28 de junho.
O trajeto deste acontecimento de desporto aventura cruza a Península Ibérica no sentido Este-Oeste e será feito maioritariamente em terra. A organização aproveitou alguns caminhos rurais e estradas secundárias e definiu um percurso com vários single tracks em que os participantes seguirão orientados por GPS, em semi-autonomia e num prazo máximo de 12 horas por etapa.
A participação nesta 1ª Trans-Ibérica em BTT Tejo Vivo poderá ser de duas formas: travessia completa com mais de 1.200 km; por etapas, a organização permitirá a participação de mais 45 participantes em cada etapa a juntar aos 10 participantes que farão a Trans-Ibérica completa.
Etapas da Trans-Ibérica BTT Tajo/ Tejo Vivo (ver mapa anexo)
Mais informação e inscrições no site da TAGUS, aqui.
O Tajo/Tejo Vivo é um projeto de cooperação ibérica, apoiado pela abordagem LEADER do PRODER, assente numa estratégia comum, inovadora e sustentável, de forma a contribuir para o aumento da competitividade e desenvolvimento social, económico e ambiental desses locais, e os afirme, como um destino turístico consolidado.
A TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior é a chefe de fila portuguesa, onde integram as Associações de Desenvolvimento Local ADIRN – Ribatejo Norte, ADRACES – Raia Centro-Sul, APRODER – Ribatejo, LEADER SÔR e Pinhal Maior. Do lado de Espanha, os parceiros são a ADAC -Alcarria y la Campiña, ADC – Tierras de Talavera, Sierra San Vicente y la Jara, ADECOR – Oropesa, ADESVAL - Valle Alagón, ADISGATA – Sierra de Gata, Castillos del Medio Tajo, FADETA – Tajuña, Montes de Toledo, Valle del Jerte, TAGUS – Tajo, Salor, Almonte, coordenados pela ARACOVE - Aranjuez Comarca de Las Vegas.
Documentos Anexos:
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]