Terras de Sicó elege novos órgãos sociais e celebra protocolo com a Universidade de Coimbra

2020-07-01

A reunião da Assembleia Geral da Terras de Sicó, realizada ontem, 30 de junho, elegeu os novos órgãos sociais da associação para 2020-2022 e serviu para celebração de um protocolo com a Universidade de Coimbra para criação de um observatório e apoio técnico no âmbito da implementação do projeto “RAC – REDE DE ALDEIAS DO CALCÁRIO” e ainda para reafirmação da vontade de avançar com os esforços de classificação do Maciço de Sicó como paisagem protegida de âmbito regional.

Relativamente aos novos órgãos sociais, a mesa da Assembleia Geral passa a ser presidida pelo Município de Penela, com a ADIPOLM como 1.º secretário e a autarquia de Alvaiázere como 2.º secretário. O cargo de presidente da Direção passa a ser ocupado pelo Município de Soure, o de vice-presidente pelo Município de Pombal e o de secretário pelo Município de Alvaiázere. O Município de Ansião ficará encarregue da tesouraria e o Município de Condeixa-a-Nova será vogal. Já o Conselho Fiscal será presidido pela POMBALPROF, com a ADIPOLM com o cargo de secretário e a SICÓ FORMAÇÃO como relator.

Na reunião foi também celebrado um protocolo com a Universidade de Coimbra, através da Faculdade de Ciências e Tecnologia, visando a prestação de de apoio técnico e na criação de um observatório, no âmbito do projeto  “RAC – REDE DE ALDEIAS DO CALCÁRIO”.

Foi ainda reafirmada a vontade dos seis Municípios de consolidar e validar a proposta de classificação de paisagem protegida de âmbito regional para o Maciço de Sicó, cujos próximos passos incluirão uma consulta pública e a realização de sessões de apresentação da proposta à população e entidades, para recolha de contributos.

De acordo com a Terras de Sicó foi ainda aprovada nesta sessão a instrução de uma candidatura de classificação da “arte de construção de muros de pedra seca” a património cultural imaterial da humanidade pela UNESCO.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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