2026-03-04
Jovens e membros da comunidade lusófona à procura de construir um novo caminho em Portugal e na região participaram no dia 3 de março, na Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN), unidade orgânica do Instituto Politécnico de Castelo Branco, no evento de divulgação de objectivos, actividades, plataforma digital de apoio à empregabilidade e formas de participação no Projeto MadriLusa Centro – Inclusão com Identidade.
A iniciativa, promovida pela ADRACES e pela Federação Minha Terra, decorreu em parceria com a Escola Superior de Gestão e o Município de Idanha-a-Nova e contou com a presença do Diretor da ESGIN, Professor José Pedro Sousa, do vereador do Município de Idanha-a-Nova, Raul Antunes e da equipa técnica da ADRACES e da Federação Minha Terra, que sublinharam a importância do trabalho em rede e da cooperação institucional para a promoção de respostas integradas e eficazes na construção de um território cada vez mais inclusivo, mais preparado e resiliente.
Durante o encontro foi apresentada a Plataforma Madrilusa, uma ferramenta digital de emprego criada para facilitar o “match” entre jovens imigrantes e empresas. A plataforma pretende aproximar perfis profissionais das oportunidades de trabalho disponíveis, promovendo uma integração mais rápida e eficaz no mercado laboral. Na sessão pública foi ainda apresentado em detalhe o programa de ações previstas no âmbito do projeto, destacando a importância da criação de redes colaborativas e do envolvimento comunitário, com enfoque na capacitação dos estudantes através de workshops, formações de curta duração e iniciativas de apoio á integração profissional.
O projeto resulta de uma parceria entre as Associações de Desenvolvimento ADRITEM e CORANE da região norte, a ADRACES e a Minha Terra - Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento que através de programas de formação, apoio à inserção no mercado de trabalho e criação de redes de acolhimento, pretende fortalecer competências socio-emocionais e socio-cognitivas, garantindo oportunidades reais de participação ativa na sociedade. Com este projeto, a ADRACES reforça o seu compromisso com a construção de um território mais justo, coeso e inclusivo, onde a diversidade é reconhecida como uma força essencial para o desenvolvimento regional.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]