TAGUS, 25 anos a crescer com o território

2018-11-26

A TAGUS  celebrou o seu 25º aniversário, no dia 26 de novembro, com um seminário de reflexão sobre o papel da Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior no território e os benefícios que as metodologias LEADER trouxeram para as regiões rurais.

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A presidência portuguesa da ELARD assumida pela Federação Minha Terra para o biénio 2018/2019 foi convidada a marcar uma presença ativa neste evento comemorativo. Assim, para abordar “O contributo da abordagem LEADER no desenvolvimento dos países da União Europeia e perspetivas futuras” esteve Isabel Abreu, coordenadora da Ader-Al, desta feita em representação da ELARD/Minha Terra.

A abertura do seminário ficou a cargo de Maria do Céu Albuquerque, atual presidente da direção da TAGUS, presidente da Câmara Municipal de Abrantes e da Comunidade Intermunicipal Médio Tejo.

Custódia Correia, coordenadora da Rede Rural Nacional (RRN), falou sobre "O impacto do LEADER no desenvolvimento dos territórios rurais". Para “recentrar” a reflexão, Jorge Brandão da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) fez uma exposição intitulada “A estratégia de desenvolvimento local no contexto dos PO Regionais – o caso do Centro 2020". A Quaternaire Portugal, representada por António Figueiredo, colocou em perspetiva “O futuro do desenvolvimento local – uma visão”.

Antes do encerramento e do TAGUS’toso de Honra, a coordenadora da TAGUS, Conceição Pereira, descreveu os 25 anos desta associação a crescer com o território.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]