SOCIAL LAB 2012

2012-06-27

11-13 de julho 2012

Encontro de partilha e inovação social, organizado pela área de Economia Social da Católica do Porto, a ter lugar no Campus da Foz.

Economia Social: Partilha, Empreendedorismo e Inovação é o mote deste encontro onde irão ser apresentados trabalhos/projetos/organizações nas manhãs dos dias 11 e 12 de julho.

Para a tarde do dia 12 estão previstas tertúlias/grupos de trabalho sobre temas variados, tais como: Da Crise à Felicidade Interna Bruta; Cuidado de idosos com problemas de saúde mental acolhidos em IPSS; Elaboração do plano individual de crianças acolhidas em IPSS; Sustentabilidade de organizações de economia social; Hortas urbanas; Microcrédito e financiamento do empreendedorismo social; Marketing social; Responsabilidade social das organizações; Gestão de conflitos interpessoais em organizações; Gestão de voluntariado; Cooperação e Educação para o Desenvolvimento e outros; Apoio às pessoas sem abrigo.

Mais informação e inscrições no site do projeto, aqui.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]