SISAB

2013-02-18

Lisboa, 25 a 27 de fevereiro 2013

ADIRN, ADREPES, LEADERSOR, PINHAL MAIOR e TAGUS apoiam, através do LEADER, a presença de produtores dos seus territórios na 18ª edição do Salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas.

Numa ação conjunta, as quatro Associações de Desenvolvimento Local (ADL) das regiões Centro e Lisboa e Vale do Tejo - ADIRN, ADREPES, PINHAL MAIOR e TAGUS - apoiam, através da Abordagem LEADER do PRODER, a presença de 15 produtores que irão repartir um stand de 48 m2.

A TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior apoia sete produtores do Ribatejo Interior: Quinta do Casal da Coelheira (vinho), SAOV, Casa Anadia, Ourogal e Zé Bairrão (azeite), Margaridos e Margaridos (enchidos e fumeiro) e a Padaria Gueifão (doces tradicionais, tigelada e palha de Abrantes).

A ADIRN - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte convidou a Herdade dos Templários e a Quinta do Montalto (vinho) e a FRUSEL (frutos secos).

Da Península de Setúbal aceitaram o convite da ADREPES - Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal os produtores Nobre Terra (compotas e licores) e a Casa Agrícola Assis Lobo (vinhos).

O Pinhal Interior Sul - território da Pinhal Maior - Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul - estará representado pelos enchidos do Fumeiro da Beira, o azeite Lagares da Catraia e o vinho Monte Barbo.

Num outro espaço vão estar cinco produtores do Alentejo, apoiados pela LEADERSOR - Associação para o Desenvolvimento Rural Integrado do Sôr: Monte Portugal, Monte da Colónia, Sabores da Ponte; Herdade do Gamoal e Anta de Cima.

O SISAB - Salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas - a decorrer no Pavilhão Atlântico - é a maior plataforma de negócios para exportação dos sectores alimentar e bebidas do país. Em 2012, estiveram presentes 400 produtores nacionais e 1200 importadores de 83 países.

Saiba mais em http://www.sisab.org


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]