Seminário Parcerias para a Cooperação

2011-04-20

5 de Maio de 2011, no ISCSP, Alto da Ajuda, Lisboa

Organizado pela Plataforma Portuguesa das ONGD, no âmbito dos Dias do Desenvolvimento 2011, com o objectivo de demonstrar que através de uma acção concertada e complementar entre os vários actores envolvidos na cooperação para o desenvolvimento é possível retirar os maiores benefícios da cooperação para o desenvolvimento e fazer face aos actuais desafios do desenvolvimento.

Destina-se não só a profissionais da cooperação para o desenvolvimento e a técnicos de organizações da sociedade civil, como também a empresários, autoridades locais, jornalistas, estudantes universitários e outros interessados na temática em análise.

Programa

16h30 - Abertura da Conferência

João Gomes Cravinho, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação

Hermínia Ribeiro, Presidente da Plataforma Portuguesa das ONGD

16h45 - Painel «Parcerias multi-actor para a Cooperação»

Apresentação de três estudos de caso, moderada por Paula Borges, Jornalista da RDP África

Parceria entre a ACEP e a Universidade de Aveiro

Fátima Proença, Presidente do Conselho Directivo da ACEP

Parceria entre o IMVF, a Câmara Municipal de Loures/Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Loures e a Câmara Municipal da Ilha do Maio (Cabo-Verde)

Manuel Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal da Ilha do Maio

Jorge Baptista, Administrador dos SMAS de Loures

Parceria entre a TESE e a EPAL

Henrique Gomes, Gestor de Projecto da TESE

18h00 - Debate

18h30 - Encerramento

Local

Rua Almerindo Lessa - 1300-663, Lisboa (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas - Alto da Ajuda) - durante «Os Dias do Desenvolvimento»

Presença sujeita a inscrição


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]