Seis Quintas (feiras) de Desenvolvimento Rural

2015-05-15

Designada “Às Quintas. Entre rios”, a iniciativa pretende – durante as próximas quintas-feiras em seis aldeias do Douro Verde (território da DOLMEN) – num contexto informal, cruzar conhecimentos e promover a discussão entre atores locais, responsáveis institucionais e académicos, com vista à construção participada da estratégia de desenvolvimento local a implementar para o período de programação 2014-2020.

Os seis serões, com hora de chegada às 19h e de despedida às 23h, incluindo um tempo de comer e beber, um tempo de ouvir e um tempo de debate, irão ter lugar em espaços integrados em propriedades rurais, como explorações agrícolas e alojamentos turísticos.

A IV edição dos Serões de Aldeia, organizados pela DOLMEN, arrancou hoje, 15 de maio, em Amarante (Ôlo), sob o tema “Ruralidade 2020: Oportunidades, necessidades e desafios de governança”.

Realizado na Quinta de Pousadela – Ôlo – contou com as presenças do presidente da CCDR Norte, Emídio Gomes, Rubén Lois Gonzales, da Universidade de Santiago de Compostela, Ana Paula Xavier, coordenadora da ADRIMINHO e diretora da Federação Minha Terra, e Ouriol Juvé, da Casa da Calçada, Amarante.

Os cinco restantes serões já estão agendados, abrangendo os temas “O campo chega ao mercado: Transformação, certificação e distribuição”; “O rural é mais do que agricultura: Cultura, turismo, cidades e tudo o mais”; “Agricultura e raças autóctones: A ruralidade resiste, alterando-se”;“Núcleos populacionais em meio rural: Formas, saberes e valores”, “Por Montanhas e vales: Qualidade ambiental, termalismo e desenvolvimento”.  (Ver programa em anexo)

Para mais informações, contactar a DOLMEN – Cooperativa de Formação, Educação e Desenvolvimento do Baixo Tâmega, através dos Tel. +351 255 521 004 (Marco de Canaveses), +351 255 542 154 (Baião) ou E-mail dolmen@sapo.pt


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]