Reunião dos Grupos de Ação Local do Alentejo e do Algarve em torno da avalição das estratégias

2019-01-18

Monte acolheu os Grupos de Ação Local do Alentejo e do Algarve, no passado 8 de janeiro, nas instalações da sua sede, em Arraiolos. A discussão e reflexão dos treze GAL do Alentejo, Ribatejo e Algarve centrou-se na metodologia de avaliação das Estratégias de Desenvolvimento Local (EDL) dos DLBC Rurais, dando continuidade ao trabalho realizado no âmbito do Projeto "REDE LEADER 2020: Qualificar, Cooperar, Comunicar", liderado pela Federação Minha Terra. Foi constituído um Grupo de Trabalho com GAL de todas as regiões para acompanhar e apoiar os GAL na realização dos seus relatórios de avaliação.

Magda Porta e técnicos e dirigentes de GAL, trabalharam, na identificação e a construção de indicadores, de elementos comuns de avaliação, como a animação e a implementação da abordagem LEADER e seu valor acrescentado. O trabalho tomou como ponto de partida o documento de trabalho, elaborado pela Federação Minha Terra e pela DGADR/RNN com o apoio da avaliadora, que serviu de guião para as nove oficinas regionais de qualificação técnica dos Grupos de Ação Local para a avaliação das respectivas EDL que decorreram entre 22 de outubro e 15 de novembro de 2018.

No final da avaliação intercalar das EDL, cujos resultados devem ser conhecidos no final do primeiro trimestre de 2019, pretende-se promover uma leitura de conjunto das diferentes regiões e territórios e retirar ensinamentos para afinar as atuais medidas de política que contribuem para o DLBC Rural e para a próxima geração de abordagens territoriais, nomeadamente na programação 2021-2027.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]