Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo

2017-09-01

O Ministério dos Negócios Estrangeiros, a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, o Turismo de Portugal, a AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal e a Federação Minha Terra assinaram, no dia 1 de setembro, um protocolo de cooperação que tem por objeto o apoio ao desenvolvimento do Projeto “Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo” da AHRESP.

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O Projeto “Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo”, concebido e desenvolvido pela AHRESP, visa valorizar, promover e internacionalizar a gastronomia, os produtos endógenos e a economia portuguesa.

O Projeto

A Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo pretende afirmar internacionalmente – nos cinco continentes – a gastronomia portuguesa e reforçar a sua notoriedade enquanto marca de excelência através dos profissionais da restauração. Por sua vez, a valorização da gastronomia e dos produtos endógenos vai contribuir para consolidar a atratividade de Portugal, enquanto destino turístico de qualidade.

Refira-se que no espírito da dinâmica desta rede vão ser identificados e qualificados, numa primeira abordagem, 15 restaurantes instalados em cada um dos cinco principais países emissores de turistas para Portugal, nomeadamente a Alemanha, o Brasil, a Espanha, a França e o Reino Unido, prevendo-se alargamento o progressivo a todos os países da diáspora portuguesa, que representa cinco milhões de pessoas.

Outros outputs do projeto são a conceção de dois catálogos nacionais – ‘Produtores e Produtos Qualificados’, e ‘Receituário Tradicional Português’, a criação e operacionalização de uma Plataforma Gastronómica de Portugal multilingue e uma campanha de promoção e dinamização inteligente da gastronomia e da rede de restaurantes, completada pela organização e participação em eventos internacionais de Turismo e Gastronomia.

Presente na cerimónia, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, descreveu o desenvolvimento desta rede como “um poderosíssimo canal de distribuição e de colocação para os pequenos e médios produtores portugueses, que encontram assim uma nova oportunidade de fazer conhecer, de fazer valer e de vender a sua própria produção”. Daí, segundo Augusto Santos Silva, a presença da Minha Terra, ser absolutamente essencial para o desenvolvimento de um programa que quer criar novas oportunidades de reconhecimento, de valorização, de divulgação e de venda da pequena produção agrícola e agroalimentar portuguesa.

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O compromisso da Minha Terra

Como subscritora da Rede, a Minha Terra assumiu os seguintes compromissos:

  • Disponibilizar informação e conteúdos para a plataforma gastronómica, que está a ser criada pela AHRESP;
  • Colaborar no desenvolvimento dessa mesma plataforma, nomeadamente no que respeita à criação de um módulo Marketplace;
  • Apoiar institucionalmente a “Rede de Restaurantes Portuguese no Mundo” associando o seu logotipo ao Projeto.

Graças ao raio e capacidade de intervenção das suas associadas, a Minha Terra ocupa, reconhecidamente, uma posição privilegiada no que respeita às possibilidades de prospeção, recolha e canalização de informação relevante na promoção de iniciativas de dinamização de atividades com impacto local, regional, nacional e/ou internacional.

A Minha Terra identifica no Projeto “Rede de Restaurantes Portugueses no Mundo” um potencial de promoção dos produtos locais e regionais, ligando-os à gastronomia regional, permitindo abrir, para as empresas que se dediquem à produção de produtos locais e regionais, um circuito comercial ainda por explorar, e que poderá constituir-se como alternativo ao circuito tradicional da grande distribuição.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]