PROVE Alto Cávado visita as Terras do Sousa

2012-02-28

2012

Promovida pela ATAHCA, em parceria com a ADER-SOUSA, a visita percorreu várias explorações do Núcleo PROVE em funcionamento no Vale do Sousa.

A visita, integrando três dezenas de técnicos, mediadores e tenciais produtores agrícolas do PROVE Alto Cávado - concelhos de Amares, Barcelos, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro e Vila Verde -, aconteceu no passado dia 16 de fevereiro.

No território da ADER-SOUSA - Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, a comitiva visitou, de manhã, duas explorações em Felgueiras, uma na freguesia de Margaride, outra de Macieira da Lixa, e a fábrica de Pão-de-ló de Margaride.

À tarde, foi ao encontro do produtor Nuno Bastos, em Lordelo. No final do dia, assistiram, à elaboração e entrega dos cabazes na Cooperativa Agrícola Terras de Felgueiras.

A ação permitiu dar a conhecer explorações agrícolas PROVE e os respetivos produtores, métodos de produção e espécies cultivada, além do contacto direto com toda a realidade de funcionamento do núcleo de produtores de Felgueiras, da logística, colheita e transporte de produtos até ao local de entrega, à preparação e entrega de cabazes aos consumidores PROVE.

Para a ATAHCA - Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave, os objetivos da visita foram largamente alcançados «pois foi possível mostrar a todos os participantes, segundo uma metodologia de benchmarking, como funciona e se organiza um núcleo de produtores PROVE (em termos de produção, marketing e comercialização dos seus produtos), permitindo a troca direta de informações e experiências entre todos os envolvidos com particular destaque para os novos agricultores que em breve poderão aderir a este projeto».

«Uma ótima experiência para todos os participantes, quer pelos conhecimentos adquiridos, quer pelo relacionamento interpessoal que se gerou, e que irão contribuir de forma muito positiva para a dinamização e implementação de núcleos PROVE no Alto Cávado» - que a ATAHCA prevê venha a ocorrer no primeiro semestre deste ano.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]