Projeto “A que cheira o Douro” reconhecido como boa-prática a nível europeu

2026-03-25

O projeto “A que cheira o Douro” desenvolvido em parceria pelos Grupos de Ação Local Beira Douro, Douro Histórico, e Douro Superior, foi reconhecido e partilhado pela Rede Europeia da Política Agrícola Comum como uma boa-prática de nível europeu, passando a integrar a sua base de dados de exemplos inspiradores.

A página do projeto está disponível no link: https://eu-cap-network.ec.europa.eu/good-practice/que-cheira-o-dourowhat-does-douro-smell_en#tab_id=overview 

Ao integrar a inovação agrícola, a valorização da identidade territorial e o envolvimento da comunidade, o projeto teve como objetivo revitalizar culturas esquecidas, fortalecer a identidade local e diversificar a economia regional, preservando simultaneamente a autenticidade da paisagem agrícola do Douro.

Este projeto procurou ainda:

  • Estudar o terroir do Douro enquanto berço de produtos agrícolas de elevada qualidade;
  • Recuperar as hortas tradicionais do Douro através da sua dinamização e promoção;
  • Promover a investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação nas produções
    hortícolas do Douro;
  • Diversificar a oferta turística do Douro criando um novo produto, as Hortas do Douro;
  • Promover e valorizar o “Tomate Coração de boi do Douro” como produto de excelência,
    fora do circuito Gourmet;
  • Fomentar a produção de tomate coração de boi do Douro valorizando a sua importância
    económica na diversificação da actividade agrícola da região;
  • Alargar a rede de parcerias regionais.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]