2022-11-28
A AD ELO - Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego está a realizar a construção dos pressupostos e linhas orientadoras da Estratégia Integrada de Desenvolvimento Local – AD ELO 2030. Pretende-se que este seja um exercício participado para o qual contribuam as instituições e todos os que vivem e/ou trabalham no território de intervenção da Associação (concelhos de Cantanhede, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho e Penacova). O processo decorrerá nos próximos meses e estão previstas diversas ações de consulta e de recolha de contributos, das quais se destacam:
O DLBC/Costeiro Pescas Mondego Mar, desenvolvido pelo GAL Pescas Mondego Mar e que tem a AD ELO como entidade gestora desde 2007, tem implícito a implementação de uma Estratégia de Desenvolvimento Local que faz parte integrante da estratégia macro que este trabalho tem vindo a desenvolver.
De igual modo o DLBC/Rural LEADER AD ELO, implementado pela AD ELO no quadro da Abordagem LEADER desde 1994, tem implícita a definição e implementação de uma estratégia que, sendo gerida localmente, assume uma natureza integrada de base participativa, correspondendo assim às especificidades de cada território.
No âmbito deste trabalho participativo foi planeado um ciclo de reuniões temáticas que procuram envolver os agentes locais em discussões de partilha de conhecimento que resultem na obtenção de contributos sobre a visão para o desenvolvimento do território que se perspetiva nos próximos anos.
Neste contexto, foi realizada no passado dia 21 de novembro na Figueira da Foz, na Incubadora de Mar & Indústria da Figueira da Foz, a Sessão nº 1 sob o tema “Economia Azul”.
No dia 22 de novembro realizou-se em Cantanhede no BIOCANT a Sessão nº 2 sob o tema “Inovação, empreendedorismo e desenvolvimento económico”.
Estas sessões contaram com a participação de um número alargado de agentes locais que representaram Universidades, entidades públicas, autarquias locais, empresas, associações, instituições de ensino e de investigação, entre outras. É de destacar os importantes momentos de discussão que contribuíram de forma positiva para a definição de uma Estratégia de Desenvolvimento Local mais adequada às especificidades do território.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]