Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio

2012-03-02

Candidaturas até 31 de março 2012

Atribuído pela primeira vez este ano, o prémio criado pela CASES pretende promover o conhecimento e o reconhecimento público do setor da economia social e das suas organizações.

O prémio destina-se a homenagear as pessoas singulares e coletivas que, em cada ano, mais se tenham distinguido no setor da Economia Social e é atribuído nas categorias Boas Práticas, Estudos e Investigação e Trabalhos Escolares.

Para as categorias Boas Práticas e Estudos e Investigação, os trabalhos devem ter sido elaborados e/ou concluídos no ano de 2011, e para a categoria Trabalhos Escolares, no ano letivo 2011/2012.

As candidaturas podem ser entregues via e-mail (premio@cases.pt) ou na sede da CASES - Cooperativa António Sérgio para a Economia Social

Rua Viriato nº7, 1050-233 Lisboa, em mão ou através de carta registada.

Para mais informações: http://www.cases.pt/


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]