2012-03-13

A renovação do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) da Sertã, coordenado pela PINHAL MAIOR, assegura a continuidade do Banco de Recursos da Sertã.
Esta renovação, por mais dois anos, vai dar continuidade ao trabalho que o Banco de Recursos da Sertã tem vindo a desenvolver, desde 2008, através do Gabinete para a Empregabilidade (para acompanhamento individual de processos de inserção no mercado de trabalho) e do Gabinete de Aconselhamento e Mediação Familiar (com o objetivo de desenvolver competências individuais e sociais nas áreas das relações interpessoais, cidadania e direitos humanos).
No Banco de Recursos da Sertã funciona ainda, desde 2009, o Banco Local de Voluntariado - um apelo cívico ao exercício da solidariedade, através da participação, cooperação, complementaridade, gratuitidade, responsabilidade e convergência, dirigido aos cidadãos, instituições, serviços públicos e empresas locais.
O protocolo do CLDS da Sertã - entre a Segurança Social, a Câmara Municipal da Sertã e a Pinhal Maior - Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul - foi assinado no passado dia 24 de fevereiro.
A cerimónia decorreu nas instalações da Pinhal Maior, na Sertã, com as presenças do ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, o presidente da Pinhal Maior, João Paulo Catarino, o presidente da Câmara Municipal da Sertã, José Farinha Nunes, e o diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Castelo Branco, António de Melo Bernardo.
O programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social, medida do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, concretiza-se através de intervenções concertadas entre entidades públicas e privadas, com o objetivo de combater a pobreza e a exclusão social.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]