PAC Pós-2013: O que esperar?

2012-01-17

Santiago do Cacém, 25 janeiro 2012

Mesa-redonda promovida pela ADL, numa organização da AALA, para análise e debate das propostas de reforma da Política Agrícola Comum (PAC) após 2013, apresentadas pela Comissão Europeia em outubro.

O encontro, a ter lugar no Auditório Municipal António Chaínho, em Santiago do Cacém, tem início previsto para as 14h.

Com moderação de Mário Hilário, da ADL - Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano, e João Malheiro Garcia, da Associação de Agricultores do Litoral Alentejano (AALA), a mesa-redonda conta com a participação do deputado Pedro do Ó Ramos (membro da Comissão Parlamentar para a Agricultura e o Mar), de vários dirigentes de associações nacionais e regionais de agricultores e produtores, e de Luís Banha da CAP.

Veja Folheto do evento em anexo.

Para quaisquer esclarecimentos contactar:

AALA | Tel. 269 826 080 | Fax: 269 829 023 | Email: ala@capmail.com.pt

Documentos Anexos:

Folheto Mesa-redonda


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]