Orçamento Participativo Jovem Portugal 2017 arranca já em outubro

2017-09-19

Os princípios técnicos, a metodologia e as regras de operacionalização do Orçamento Participativo Jovem Portugal (OPJP) foram aprovados em sede de Conselho de Ministros de 7 de setembro. Depois do Orçamento Participativo Portugal para os cidadãos com idade igual ou superior a 18 anos, é a vez dos jovens cidadãos entre os 14 e os 30 apresentarem propostas para o Orçamento Participativo Jovem Portugal (OPJP) nas áreas das políticas públicas relacionadas com o desporto inclusivo, a educação para as ciências, a inovação social e a sustentabilidade ambiental.

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Com 300 mil euros para aplicação em propostas apresentadas, conforme previsto no Orçamento de Estado para 2017, os jovens promotores de projetos vão poder participar num processo democrático, direto e universal que tem como objetivos o reforço da qualidade da democracia e o maior envolvimento dos cidadãos jovens nos processos de decisão, a promoção da sua participação na definição de políticas públicas adequadas às suas necessidades e a consolidação da educação para a cidadania.

Perante a constatação de um progressivo e crescente afastamento dos cidadãos mais jovens da participação política e pública, o XXI Governo assumiu o compromisso de trazer de novo os jovens para o centro do debate democrático.

De acordo com a Resolução do Conselho de Ministros n.º 130/2017 que aprova os princípios técnicos, a metodologia e as regras de operacionalização do OPJP, este processo arranca no início de outubro, com a discussão e elaboração de propostas ao OPJP e encontros de participação em todo o território nacional, e vai estar em curso até finais de dezembro deste ano, aquando da apresentação pública dos projetos vencedores, ou seja, aqueles que recolherem o maior número de votos, até se perfazer o montante de 300 mil euros.

Saiba mais em opjovem.gov.pt/

Resolução do Conselho de Ministros n.º 130/2017 encontra-se em anexo.

 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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