Novos órgãos sociais da Associação In Loco

2024-04-29

No passado dia 24 de abril, decorreu na sede da Associação In Loco a Assembleia Geral eleitoral com vista a eleger os Órgãos Sociais para o triénio 2024-2027.

Os membros eleitos representam, de alguma forma, uma continuidade. A Assembleia e o Conselho Fiscal mantêm-se, assim como três elementos da anterior Direção, tendo esta sido renovada com a inclusão de dois novos membros.

A Direcção passou a ser presidida por Sandra Rosário, membro da mesma desde 2005. Gestora, integrou os quadros da Associação em 1996, sendo natural de Martinlongo, Alcoutim.

Estes Órgãos tomaram posse no dia 25 de abril, quando se comemoravam os 50 anos da Liberdade.

Considerando esta coincidência como um momento extremamente simbólico, esta Direção conta com a dedicação, espírito de entrega e respeito pelo trabalho do Passado, de forma a contribuir para um Futuro de actuação consensualizada, partilhada entre todos e, acima de tudo, de compromisso colectivo.

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Pretende manter as atuais áreas de trabalho, procurando voltar a intervir em áreas que já fizeram parte da sua história, desde que sejam necessárias no território e envolvendo as pessoas que o habitam.

As parcerias continuarão a fazer parte da estratégia de intervenção, a animação uma exigência na forma de atuação. 

A In Loco prossegue a sua missão: promover o desenvolvimento de base local com vista à melhoria da qualidade de vida nas suas múltiplas dimensões. 

A composição dos Órgãos Sociais é a seguinte: 

Assembleia Geral

  • Presidente: Maria Priscila Soares
  • Vice-Presidente: Joaquim Mealha Costa
  • Secretário: Alberto Melo

Direção

  • Presidente: Sandra do Rosário
  • Secretário: Nelson Domingues
  • Tesoureiro: Carla Barros
  • Vogal: Arlete Rodrigues
  • Vogal: Luís Guerreiro

Conselho Fiscal

  • Presidente: Manuel Soares
  • Secretário: Flávio Queimado
  • Relator: Luís Ferreira


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]