Novo espaço de promoção dos territórios rurais em Lisboa

2013-08-02

Com abertura prevista já este Natal (2013), o espaço irá representar produtos dos 34 territórios abrangidos pela parceria do projeto que envolve seis ADL e a Câmara Municipal de Lisboa.

 

O espaço, situado no largo do Intendente, irá funcionar como uma montra da diversidade agroalimentar e turística dos territórios das seis Associações de Desenvolvimento Local (ADL) envolvidas: ADER-AL, CORANE, LEADERSOR, PINHAL MAIOR, TAGUS e TERRAS DE SICÓ.

Além de uma loja, cafetaria e área de exposições, o projeto prevê um programa de animação procurando atrair novos olhares e visitantes para os territórios.

O protocolo entre as ADL e a Câmara Municipal de Lisboa foi assinado dia 19 de julho. A cerimónia foi acompanhada por uma mostra de produtos locais que poderão ser encontrados neste novo espaço, degustações de vinhos e iguarias, apresentações de cozinha ao vivo e animação musical.

 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]