MINHA TERRA relança Pessoas e Lugares

2011-07-21

Quando se celebram 20 anos do LEADER, a MINHA TERRA relança o Pessoas e Lugares. A publicação, que fez uma longa história e contou histórias de pessoas e lugares, iniciativas, ideias e projetos, surge agora de cara lavada, com novas rubricas e novas colaborações mas com o mesmo espírito: partilhar boas práticas, reflexão e trabalho em rede sobre o Desenvolvimento Rural.

Lançado em 1999, no âmbito das atividades da Célula de Animação da Rede Portuguesa LEADER II, pela INDE, o Pessoas e Lugares contou 26 números numa primeira série que terminou em dezembro de 2001.

Na segunda série, iniciada em agosto de 2002 no quadro da Rede Portuguesa LEADER+, numa parceria entre a Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural e a INDE, e contando já com a Federação MINHA TERRA como membro permanente do Conselho Editorial, saíram 54 números, até 2008.

Por isso, «é com grande satisfação que voltamos a ter um projeto editorial e de comunicação em torno do LEADER», lê-se nas primeiras linhas do Editorial deste primeiro número da terceira série do Pessoas e Lugares, assinado pela diretora, Regina Lopes.

«Trata-se de um desafio e um estímulo para quem trabalha com o LEADER, considerando a qualidade com que foi produzido e o impacto que teve junto de diversos públicos», defende Regina Lopes.

A continuidade do Pessoas e Lugares não surge isoladamente. Faz parte do projeto da MINHA TERRA de Comunicação para o Desenvolvimento Territorial, financiado pelo Programa da Rede Rural Nacional, na perspetiva de que a comunicação é uma ferramenta útil ao Desenvolvimento, «e é esse o compromisso que assumimos com os nossos leitores».

Coincidindo com um momento determinante para a Europa, confrontando a União Europeia com aquele que é, talvez, o momento mais difícil desde a sua constituição, o primeiro número da terceira série do jornal Pessoas e Lugares é dedicado ao LEADER, que celebra 20 anos de existência. «Não o fazemos apenas por isso mas por ter provas dadas como a metodologia de intervenção que melhores resultados revelou na promoção do Desenvolvimento Rural».


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]