MINHA TERRA lança revista da Cooperação LEADER

2011-07-20

2011

O primeiro número de Territórios em Rede foca a cooperação com os países em desenvolvimento, procurando partilhar experiências, reflexões e inquietações de protagonistas na área?

Quer no âmbito do LEADER, quer de outros programas, as Associações de Desenvolvimento Local (ADL) têm vindo a desenvolver projetos de cooperação interterritorial e transnacional, com resultados significativos para as comunidades envolvidas. É o caso do Agrupamento MONTE, em foco neste número, que com 15 anos de existência trabalha em cooperação há já uma década.

Trata-se de uma área de intervenção muito importante, para a qual o {know how} das ADL pode ser uma mais-valia, tanto na cooperação dentro dos limites europeus como com os países em desenvolvimento, assinala a diretora de Territórios em Rede, Regina Lopes, no Editorial.

Em Cabo Verde, a metodologia LEADER inspirou a conceção do Programa Nacional de Luta contra a Pobreza em Meio Rural (PLPR). Passados 10 anos, a redução da pobreza em meio rural é uma realidade.

Em entrevista ao Territórios em Rede, o presidente do IPAD - Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, Manuel Correia, faz o balanço da cooperação portuguesa e aponta linhas de intervenção prioritárias.

Na opinião do ex-Chefe de Projeto do Programa LEADER+, Rui Veríssimo Bastista, o sucesso da cooperação depende mais dos atores do que dos financiamentos. Se é uma mais-valia? Sem dúvida?

Sem cooperação não há desenvolvimento. Disse-se no workshop «LEADER e cooperação para o Desenvolvimento» organizado pela MINHA TERRA, com a colaboração da Rede Rural Nacional, em Santarém, a 6 de junho último, e que também é notícia nesta primeira edição de Territórios em Rede.

A revista da cooperação LEADER é produzida no âmbito do projeto Territórios Rurais em Rede - financiado pelo Programa da Rede Rural Nacional, e será distribuída junto com o primeiro número do recém-lançado Pessoas e Lugares.

Territórios em Rede


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]