Microfinanças é tema do 3º Fórum das Finanças Éticas e Solidárias

2017-11-22

De 24 a 26 de novembro, a Universidade Católica Portuguesa vai ser palco do terceiro Fórum das Finanças Éticas e Solidárias (FFES III). Depois das duas edições anteriores no Porto, em 2015, e em Faro, em 2016, Lisboa recebe este evento de referência internacional.

Para falar de Microfinanças, o Fórum vai contar com a participação de oradores nacionais e internacionais ligados ao microcrédito e às microfinanças, da DG Employment, Social Affair & Inclusion, do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Fundo Europeu de Investimento (EIF), que têm vindo a dinamizar políticas de microfinança por todo o espaço da União Europeia, e de nomes nacionais e europeus ligados à Federação Europeia de Banca Ética e Alternativa (FEBEA).

O FFES reúne um grupo de organizações e de pessoas que consideram a Finança Ética e Solidária imperativa para uma nova relação com a economia, o desenvolvimento sustentável, as organizações e os seus agentes, bem como os territórios onde se inserem e desenvolvem a sua actividade.

De 24 a 26, o FFES vai propor aos participantes um espaço de encontro, de apresentação de projetos nacionais e internacionais, de discussão e de reflexão em torno da história, do momento atual e das principais tendências das finanças éticas e solidárias na Europa e no mundo.

O programa completo do fórum encontra-se em anexo. O pagamento da inscrição varia entre 20 e 40€ e pode ser feita aqui. Saiba mais em ffes3.financaseticas.pt/

Documentos Anexos:

Programa do Fórum


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]