Interpretar um Outro Algarve

2014-05-22

Formação-ação promovida pela IN LOCO, no âmbito do projeto de cooperação LEADER “Bienal de Turismo de Natureza”. 20 a 22 de junho, Cachopo (Tavira). Inscrições (limitadas) até 17 de junho.

Destinada a estudantes e ativos que pretendam trabalhar ou já trabalhem em atividades ligadas ao ecoturismo e ao património natural e cultural.

Os elementos patrimoniais locais como a paisagem, construções rurais, ofícios tradicionais e produtos locais utilizados nas refeições serão objeto de trabalho teórico e prático a desenvolver.

Serão introduzidos conceitos e técnicas da Interpretação do Património para uma aplicação prática em funções como a condução de público visitante (guias), a produção de meios de comunicação, a criação de estruturas e a escrita de textos interpretativos. (cartaz em anexo)

Mais informações e inscrições no site da IN LOCO e em www.facebook.com/puroalgarve

 

Documentos Anexos:

Cartaz


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]